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MindFlow - Show e Coletiva de Imprensa

Após abrir o show do Megadeth a banda MindFlow fez neste sábado, 10/11, uma apresentação no Carioca Club em São Paulo para celebrar os nove anos fã-clube “Let Your Mindflow”.

Antes do espetáculo, a banda concedeu 30 min de entrevista coletiva onde pudemos saber um pouco mais sobre sua trajetória de quase 10 anos. Contaram que se conheceram na escola, na época cada um tinha sua banda. Em 1999 se encontraram na Austrália e conversaram sobre talvez montar uma banda própria. Seis meses depois de volta ao Brasil a idéia virou realidade. No início eles não tinham um vocalista, então faziam somente shows instrumentais. O Danilo só entrou em 2003, e de acordo com eles a demora em escolher o vocal se deve a enorme dificuldade em achar um bom vocalista.

Sobre as mudanças dos dois primeiros discos em relação aos outros, explicaram que resolveram fazer músicas legais, boas para tocar ao vivo e ainda se divertir o show todo. Ainda não pensaram se esse disco novo será temático como os anteriores, mas pode ser que seja igual ao 365.

Qualquer coisa os influenciam na hora de compor. Mas geralmente são os filmes que assistem.

Sobre ser independente, sem dúvida você tem muito mais liberdade, já tiveram gravadora mas é muito limitante, tem que seguir uma linha. O certo seria o meio termo, ter a liberdade que desejam e a gravadora cuidando da divulgação.

Em relação ao mercado brasileiro, acham que as bandas tem acreditar mais nelas, batalhar por um espaço. Hoje em dia as gravadoras não querem fazer esse trabalho. Querem bandas prontas, que já tem um destaque. O Brasil tem muita coisa boa, e a idéia de querer fazer sucesso primeiramente lá fora para depois voltar ao País, na opinião deles, está mudando. Mas é uma mudança lenta. a história de que "Prata da casa não faz milagres". E o conselho é esse, melhorar o produto nacional investir em qualidade, se atualizar.

Referente a turnê no exterior, é um público diferente. O brasileiro é mais quente, vai para os show para extravasar os demônios de cada dia, já em outros países vão para ouvir boa música, bom som. O público é paradão, o que dá uma impressão que não estão gostando. Mas assim que o show termina eles vão pedir autógrafos, tirar fotos, elogiar. É só outra maneira de se divertir.

A banda ainda não se sente totalmente realizada. Eles enxergam uma carreira dura com uma diagonal para cima, ganhando forças. Querem chegar lá, mas ainda esta longe.

Eles se intitulam uma banda de rock. Rotular bandas é algo que na opinião deles está desaparecendo. Hoje em dia as bandas estão tendo a liberdade de fazer outros sons sem intitular. Nos EUA, não existe mais isso. As bandam que tocam rock, tocam Rock.

A última pergunta que não poderia deixar de lado foi sobre tocar com o Megadeth. Ficaram felizes pelo convite mas preocupados, se iriam precisar entrar de guarda-chuvas para não levar tomates na cara. (risos). Mas foi espetacular, um dos melhores shows que fizeram. O público aprovou, apaludiu, foi emocionante. Mais foi estar na passagem de som com o Megadeth com o Dave Mustaine trazendo palhetas para eles.

Após a entrevista, a banda se apresentou para um público de aproximadamente 500 pessoas, tocando composições dos álbuns “Destructive Device" e “365” além de algumas músicas inéditas.

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