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Monsters of Rock em São Paulo : Resenha do segundo dia, 26-Abril.



Domingo:

 Dr Pheabes, Steel Panther, Yngwie Malmsteen, Unisonic, Accept, Manowar, Judas Priest e Kiss ~ 


A banda brazuca de hardrock Dr Pheabes abriu o segundo dia de festival para um público que pouco a pouco chegava ao Anhembi.
Com direito a performance de pole dance, de uma dançarina de nome Suzi,na canção Suzi e agradecimentos do vocalista Eduardo Fagundes, a apresentação apesar de curta foi empolgante.

Quando Steel Panther entrou, a pista estava muito mais cheia, e a galera que estava lá pode presenciar uma das melhores apresentações do dia.
Ao contrário da banda Black Veil Brides, que foi injustamente vaiada no dia anterior, Steel Panther tão mais glam, apesar de virem com  proposta de ser uma sátira ao movimento, prositalmente escrachado, arrancou muitos aplausos e conquistou o público que não os conheciam.
Na canção  Party All Day (fuck All Night) podíamos ouvir o coro dos fãs cantando junto e pulando o tempo inteiro.
As meninas mais saidinhas mostraram os peitos, a pedido do vocalista  Michael Starr, e em seguida as peitudas subiram no palco e entre troca de beijos e abraços com os músicos, elas também mostraram suas performances ao público, na canção “17 Girls In A Row”.
Um show divertido e irreverente.

Yngwie Malmsteen fez um show exclusivo para os fãs, não são todas as pessoas que curtem os solos intermináveis de suas guitarras.
Mas no geral, agradou.
Além dos solos, o músico fez umas performances com suas guitarras, hora jogando para cima, hora as rodando, tocou um cover de Hendrix, Purple Haze”, e encerrou o show sem se despedir do público.


Unisonic também não fez feio.
A banda alemã que tem nos vocais Michael Kiske,(ex-vocalista do Helloween), na guitarra Kai Hansen, (ex Helloween e Gamma Ray), no baixo Dennis Ward, (ex Pink Cream 69), o baterista  Kosta Zafiriou,(ex Pink Cream 69) e Mandy Meyer (da banda Krokus, ex Gotthard;) agitou o público com um setlist mesclando canções autorais com as “March Of Time” e “I Want Out”, ambas do Helloween que sem dúvida levaram o público à loucura.

Accept, também da Alemanha, fez uma apresentação de peso, contagiando principalmente os adolescentes e crianças presentes que dançaram e cantaram o tempo inteiro.
A banda apresentou diversos clássicos, como "Restless and Wild", "Princess of the Dawn", "Fast as a Shark" e "Metal Heart, e encerrou a apresentação com o ícone "Balls to the Wall", debaixo de muito aplauso.


Manowar
Lamentavelmante a banda autorizou somente 10 segundos para o registro de fotos e imagens, o que levou aos fotógrafos e cinegrafistas em comum acordo não registrarem a apresentação.


Judas Priest
A única banda a se apresentar duas vezes no Monsters. 
O set list foi o mesmo de sábado, a agitação dos músicos idem.
Um dos pontos altos é sempre a hora que Halford faz sua entrada triunfal em cima da moto na canção "Halls of valhalla".


Kiss
Com 45min de atraso, a banda fechou oficialmente o segundo, e último dia de Festival, do jeito de sempre.
Mais do que um show de rock, um espetáculo todo montado com direito a muitas poses, jogos de luzes, as famosas cuspidas de sangue, fogos e estouros, e Paul Stanley fazendo tiroleza para cantar "Love Gun" no meio do público. O vocalista ainda arriscou ser "simpático" lendo em  português com seu sotaque arrastado:  “Vocês são demais!” e "Eu adoro o bumbum das brasileiras"
O que me fez lembrar exatamente da mesma apresentação de 2012.
A banda abriu com  “Detroit Rock City”, seguida de“Creatures of the Night” e “Psycho Circus”.
“I Was Made for Lovin’ You”, “God Of Thunder”, “Lick It Up” e “Shout It Out Loud” também fez parte do lineup que encerrou com “Rock and Roll All Nite” debaixo da famosa chuva de papel picado.
Um espetáculo repetitivo nos mínimos detalhes, mas que no fundo pouco importa para quem é fã e paga cada centavo (que não é nada barato) para assistir novamente.

No Sábado, Gene Simmons lançou seu livro em São Paulo.
Veja a matéria

Assista a retrospectiva do segundo dia:



As fotos já estão disponíveis na fanpage


Estrutura e organização:


No geral foi tudo ok nesses dois itens.
Além das bandas, houve tendas diversas, de vendas de roupas e acessórios de rock, djs, a Rádio Rock também marcou presença fazendo uma programação especial ao vivo, e o fotógrafo Marcelo Rossi montou uma mini exposição com fotos de diversas bandas desde o início de sua carreira.
A famosa gourmetização também não podia ficar de fora. Na "praça de alimentação chique"  o público encontrava diversos pratos com valores ainda mais caros do que já o normal estipulado nesses festivais. 
Não faltaram banheiros, tanto os fixos como os químicos, mas faltou papel higiênico e a organização vetou os banheiros da sala de imprensa, para quem estava ali para trabalhar.
No primeiro dia, a fila era grande e muito lenta, e relatos do público de que a revista foi feita "de qualquer jeito", e teve gente que entrou até com guarda-chuva. 


No segundo dia não houve grandes filas e reforçaram na revista.
Muitas lixeiras no local e também algumas caixas de papelão espalhadas que foram feitas de depósito de lixo.
Tinha um posto médico ao lado do palco, mas não houve ocorrências de problemas graves.
Como eu escrevi no texto anterior, posso afirmar que o evento foi no final bem sucedido. E gratificante para a maioria dos fãs.

Long live Rock n´ Roll !!


Agradecimentos à Midiorama e Denise Catto pelo suporte.